Em situações de emergência, segundos fazem toda a diferença, especialmente quando o combate ao fogo depende de um extintor de incêndio em pleno funcionamento. É justamente por isso que a manutenção periódica e a recarga correta desses equipamentos não são apenas exigências legais: são atitudes vitais para salvar vidas, proteger patrimônios e evitar tragédias.
Infelizmente, ainda é comum que empresas, indústrias, usinas e até residências negligenciem o cronograma de manutenção dos extintores. Essa negligência pode transformar um equipamento que deveria oferecer segurança em um risco silencioso. Um extintor sem pressão, com carga vencida ou vedação comprometida simplesmente não funcionará no momento mais crítico — e isso pode ser fatal.
O que diz a legislação brasileira?
A legislação brasileira é clara quanto à obrigatoriedade de manter os extintores em conformidade com a norma ABNT NBR 12962, que trata da manutenção de extintores de incêndio segundo a portaria Inmetro nº 005/2011, que determina que todos os equipamentos devem portar um selo de conformidade. Esse selo é a garantia de que o extintor passou por testes, inspeções e processos corretos de recarga e manutenção. Ignorar essa regulamentação pode gerar não apenas riscos operacionais, mas multas e responsabilização legal, principalmente em ambientes empresariais, industriais ou públicos.
Quais etapas fazem parte da manutenção preventiva?
Além disso, a manutenção deve ser realizada por empresas autorizadas pelo Inmetro, capazes de emitir certificados e aplicar a etiqueta de inspeção que informa a validade da recarga e a data da próxima revisão. A manutenção preventiva abrange diversas etapas, como:
- Verificação da pressão interna;
- Checagem do estado do cilindro e da válvula;
- Testes de vazamento;
- Recarga conforme o tipo de agente extintor;
- Substituição de peças comprometidas.
Empresas credenciadas no INMETRO e no Corpo de bombeiros do Estado é quem pode fazer a manutenção de extintores de incêndio. Ignorar esse processo pode implicar não apenas em falhas operacionais, mas também em responsabilidades legais e multas, principalmente em ambientes empresariais e industriais.
Quais os riscos de não fazer a manutenção?
A negligência na manutenção do extintor pode resultar em:
– Equipamento inoperante em caso de incêndio
– Multas por descumprimento de normas técnicas
– Perda de licenças de funcionamento
– Responsabilidade civil e criminal em caso de sinistro
Além disso, isso compromete a credibilidade e a segurança da sua operação, especialmente em setores industriais, prediais e públicos.
Para gestores, isso significa garantir que o investimento em segurança realmente funcione quando for necessário. Para a população em geral, representa a tranquilidade de estar em um ambiente seguro, dentro das normas e pronto para reagir diante de um incêndio.
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